2) REFLEXÕES QUE VÊM DO MAR: Sobre o MEDO !

2) REFLEXÕES QUE VÊM DO MAR: Sobre o MEDO !

Na estrada há o perigo do acidente, no mar a mordida do invisível tubarão, na rua pode cair o raio que parte! Viver é perigoso, já dizia Riobaldo! Mas o “perigo é ter medo”. Que o digam os homens e mulheres “De Branco” que avançam destemidamente na linha de frente encarando o medo, esse desconhecido que pode alertar ou paralisar… por que o “perigo é ser dominado pelo medo”!  Viva estes homens e mulheres do planeta “De Branco” sem MEDO… Viva uma vida sem medos…  “Morre o meu medo e isto não é segredo, Eu mando buscar outro lá no Piauí

>>> Dedico esse ensaio ao casal Isa & LF, amigos … de sempre, para sempre <<<

Publicado em Notícias e Eventos | Deixe um comentário

1) REFLEXÕES QUE VÊM DO MAR: Sobre a CALMA!

1) REFLEXÕES QUE VÊM DO MAR: Sobre a CALMA

CALMA, tudo PASSA! … assim como as ondas do mar, tudo vem e vai! Algumas ondas a gente recebe peito aberto, rindo; outras arrebentam em nossas costas e continuamos firmes… de repente, vem uma onda grande, BEM grande, MUITO grande, dessas que a gente nunca viu… e nos assusta GRANDE, MUITO. Olhamos pra ela de frente, … e, mantendo a serenidade, a gente se abaixa, com humildade, pensativo, e deixa ela PASSAR! E ela passa… e nos reerguemos melhores, fortes… (” aquilo que não nos mata, só nos fortalece”).

>>> Dedico esse ensaio ao casal Mônica & Paulo, amigos do Raimundo … vasto mundo<<<

Publicado em Notícias e Eventos | Deixe um comentário

Fibonacci, o bugueiro e o vírus embriagado!

Fibonacci, o bugueiro e o vírus embriagado!

(Este artigo foi publicado na Livraria BARCA, Café das Artes, em 19/mar/2020)

Já reparou que muitos fenômenos da natureza têm formatos parecidos? Da concha do caramujo à formação da via láctea, das geniais de Da Vinci às grandes pirâmides percebe-se uma beleza numérica que obedece à sequência de Fibonacci. Trata-se de uma série infinita onde o número seguinte é a soma dos dois anteriores (1,1,2,3,5,8…) popularizada pelo italiano Leonardo Fibonacci, em 1220, na obra Liber Abaci.

Fibonacci (re)entrou na minha vibe, recentemente, por ocasião da construção de um caramanchão em minha casa em Canoa Quebrada.  Quando olhei as estacas que seriam fixadas igualmente no muro, me deu um faniquito e gritei para o mestre carpinteiro: “Orlando, distribui as estacas na sequência de Fibonacci”. Seu Orlando me olhou de revestrés e rosnou: “Fiba o quê, dotô?”

Esta maldade involuntária com o Orlando seria vingada didaticamente pelo destino. Ao receber meus bolsistas em casa, não só mostrei a eles as estacas Fibonaccianas como os desafiei a encontrar as distâncias entre elas que obedecessem a famosa e misteriosa sequência.

Como profetizei, não ficaria impune nesta história. Ao sairmos, avistamos um Fiat atolado em areias velozes e furiosas. Era a nossa chance de escoteiro, a boa ação do dia! Mas não é “porque a velhinha está na esquina que ela quer atravessar a rua” (Fedro aos bolsistas de Platão)! À medida que retirávamos a areia ao redor do pneu, experimentando princípios de Física I (não aplicáveis a Fiat atolado), o carro preferido de Cesare Battisti ficava cada vez mais movediço (vixe Maria!).

E o bugueiro? Do meio do nada ele aparece feito um He-man aloprado, no momento certo, antes daquela vaia silenciosa (e dolorosa) que alunos reservam para quando a aula fracassa. Como ele tinha a “força”, a primeira providência (sensata) dele foi retirar-me do comando da operação. A segunda foi fazer tudo ao contrário do que eu tinha feito: colocar areia embaixo do pneu, levantando o carro. A terceira foi me pedir para trazer uma tramela. Rosnei na hora: “Treme o quê, dotô?”.

Fiat liberado, num sol de Sobral ao meio dia, meus bolsistas tiveram uma aula inesquecível de solidariedade e inteligência com o mestre bugueiro… que escafedeu-se, rumo da venta, sem dizer sua graça!

Dessa lição de sabedoria nativa, solidária e humana fiquei a pensar na ruma de vaidade, prepotência e egoísmo que nos permeia, a nós, terráqueos-sapiens, o cotidiano. Melhorar o mundo pra quê mesmo, hein? Imigrante, que se lasque no mar, fi’uma égua teimoso! Sem teto, que se fod@, vagabundo! Messiânicos (ricos), que solapem (impunes) seus (pobres) fiéis… e a grana Adeus! Lesbianos & gays, que se escondam, ora bolas! Negros, que morram nos porões, e se desintegrem! Periferias, que fiquem sem água … pra lavar as mãos (álcool-gel? hah!)! É o Darwinismo Social a nos impregnar … desses de estocarmos avidamente suprimentos, legitimando a “lei do Gerson”, acelerando o caos! É cada um por si. “Quem for podre que se quebre”!

De repente aparece um vírus “embriagado” e tudo se (des)conecta. O que era dos outros agora também é nosso! o problema agora é plural, coletivo. Aí, no “Dia que a terra parou”, o planeta se tornou mais nativo, solidário, humano… ou não! Diz aí, Raulzito!

Mauro Oliveira, Professor IFCE

Publicado em 1. Artigos JORNAL | 2 Comentários

1990 – Réquiem para Raquel

Réquiem para Raquel (1990)

Então eu te escolhi
Só para mim, só para nós
Então te percebi
Sem vaidade, sem vou pensar.

Você me faz feliz, me faz sorrir, até voar
Por isso eu te escolhi
só para mim, só para amar.

Sonhar-te-ei lindas rosas
Poesias de ninar
Você me faz feliz, até voar.

Serei o teu amor
Até eu não mais saber
Brincando nos teus sonhos
sem aflição, sem compromisso!

Você me faz feliz, me faz sorrir, até voar
Por isso eu te escolhi
só para mim, só para amar.

Você não vai perceber
O meu infinito amar
Você me faz feliz até voar!

Publicado em 3. MÚSICAS Gravadas | Deixe um comentário

2019 – Cometas e Alfinins da Lili

Cometas e Alfinins da Lili (2019)

Lia,
Vou te contar mais um segredo
Além de brinquedos, tentei o melhor de mim
Super-herói, herói sem medo
Até pensei que eu era assim.

Um homem aranha sempre brincando, ao lado seu
O Super-homem que gira o mundo em ti
Navegando, viver é preciso
Quando estavas engatinhando
Duendes, fadas e querubins.

Voaremos a mil lugares
Nas terras longínquas do Aladim
Desbravaremos os 7 mares
Subindo árvores
Víamos cometas e alfinins.

Lia,
Vou te contar, o último segredo
Olhando meu espelho
Não vejo o teu super-herói em mim
Agora eu preciso dos teus conselhos
Teu afago de mulher sem medo
Tu, meu super-herói, um herói sem mim

Publicado em 3. MÚSICAS Gravadas | Deixe um comentário

2019 – Maravilhoso Mundo da Lalá

Maravilhoso Mundo da Lalá(2019)

Laís, Linda flor, minha Raiz
Vem passear aqui no parque
Ver a Minie ali no lago
Pipocas pedalinhos e macacos,
Mágico de OZ e Espantalho
Desperta teu sorriso princesa
Explode em mim um xixi realeza.
Maravilhas é ser o que quis
Você é a Alice do meu país.

Laís, Linda flor, minha Raiz
D’outros colos venha voar
Flutuar em minhas mãos
Longe do mundo dos pés do chão
Terra do Nunca sou Peter Pan
Tu és Sininho e teu kaká
É teu pozinho sem avisar.
Maravilhas é ser o que quis
Você é a Alice do meu país

Laís, Linda flor, minha Raiz
Tuas caretas são minhas caricias
Engatinha Cinderela
No sítio do Pica Pau Amarelo.
Pequeno Príncipe em mil planetas
Teus olhos são minha luneta
Teu choro, minha orquestra.
Maravilhas é ser o que quis
Você é a Alice do meu país.

Lais, Linda flor, minha Raiz
Nossos mundos
vastos Raimundos,
Relógios esquecem
nossos segundos,
Vamos fazer o que eu nunca fiz.
Em nossa Fábrica de chocolate
Sonhos brotam das chaminés
Felicidade à luz dos teus pés
Maravilhas é ser o que quis.
Você é a Alice do meu país

Publicado em 3. MÚSICAS Gravadas | Deixe um comentário

1990 – Roda Gigante da Lulu

Roda Gigante da Lulu (1990)

“Mãos geladas, olhares perdidos…
Peito falante, relógio não anda!
Corações apressados
Penitentes na roda
Roda GIGANTE …”

…roda, roda GIGANTE, roda e gira!
Minhas Carolinas, roda e gira
Roda gritos, suspiros, sorrisos,
Gira meus medos, …. segredos!

Allez, Carrossel, trem fantasma
Allez, Ai que susto, ai que nada!
Allez, Estancou até minha asma

Olha o tiro! Olha o alvo!
Tiro certo, tiro surdo
Olha a chance olha a sorte
Não tem azar que suporte.

BUUUM!
É o carro bate-bate,
Gira e corre, corre e gira, bate-bate,
Corre e gira, corre-corre, bate o pé.
BUUUUUM BUUUUM!

Já é noite, tudo pisca
Pisca a luz do holofote
Pisca tudo, pisca pisca, pisca forte
Pisca a música, pisca o rock

Allez, Carrossel, trem fantasma
Allez, Ai que susto, ai que nada!
Allez, Estancou até minha asma.

…roda, roda GIGANTE, roda e gira!
Minhas Carolinas, roda e gira
Roda gritos, suspiros, sorrisos,
Gira meus medos, …. segredos!
Gira, roda tudo, tudo gira…

(Gira mais uma vez …até que PÁRA…
UFA!)

Publicado em 3. MÚSICAS Gravadas | Deixe um comentário

2019 – Mar de Fernando

Mar de Fernando (2019)

“Ao caminhar em tuas calçadas, do Tejo à Torre de Belém, senti acelerar cada vez
mais forte no meu peito esquerdo o pulsar, sem me fazer prevenir, de um marujo ao
partir, tal um amor inesperado, na caravela a desbravar o MAR/ todo o MAR, todo o
MAR. Senti forte teu vento a desafiar meu rosto, o teu MAR a me dar o gosto de sal …
o SAL de Portugal”.

Ó Mar!
Mar de Portugal.
Sal que me faz, origens refaz.
Faz-me firme em terras minhas.
MAR de um porto seguro, SAL de meu
sangue futuro, da minha alma inocente!
SAL nas entranhas da caravela a desbravar
o MAR, todo o mar, todo o mar…
MAR inquieto que me faz, me jaz bem em
Belém. É o SAL que me convém.
Que não me quer todo paz.

Ó Mar!
Mar de Portugal.
Sal que me faz, origens refaz.
É o SAL da partida, encrostado no casco. É
o SAL de Pedro e Vasco. Sou grumete de Pinta e Nina.
É o Infante a me prometer/ uma missão.
É a fada a me dedicar/ o fado da separação.
É a tormenta que não amedronta/ me excita.
E o mundo em explosão dentro de mim.

Ó Mar!
Mar de Portugal.
Sal que me faz, origens refaz.
Eis-me em teus braços, Portugal/ ao prazer
de tuas estrelas/ exclusivas,
A reeditar tua história. A redizer tua glória!
Eis-me todo tua, minha Portugal.
Do Alantejo à Viana/ A reeditar tua glória.
A redizer tua história!
A bordo todos os meus sonhos e amores,
Do Porto ao Açores, posto que sou contumaz …

Eis-me teu sal.
Sal do teu mar
Gaivotas a revoar
O mar de Fernando.

Ó Mar!
Mar de Portugal.
Mar que me faz, origens refaz.
E se um dia me levares, Ó mar
Envolto na tua magia
Teu vento com gosto de SAL
Fazem da noite meu dia
Pois minha vida é o mar
O mar, o mar…
O mar…

Publicado em 3. MÚSICAS Gravadas | Deixe um comentário

2018 – Amor ou amizade

Amor ou amizade (2018)

Ah, meu amor verdadeiro
vou te amar por inteiro
Em plena luz do dia

Sou teu guerreiro menino
Teu herói preferido
Você minha rainha.

Ah, eu bem que queria
Te corar eu queria
És a minha mania
Quero ser mais um teu.

Ah, meu amor
Cola teu colo no meu
Se não me quiseres, apenas sou
Mais um amigo,
Que te sonhou…

Publicado em 3. MÚSICAS Gravadas | Deixe um comentário

2019 – Encore Toi

Encore Toi

Souviens, toi, de notre amour?
je me souviens et toi?

Toi et moi
Deux amoreux comme des fous

Souviens toi?
Comme etait fous le notre amour/ des amoreux

Encore toi
C’est un amour aux mille couleurs
De ton regard qui se fond dans la mer
En desirs et caresses à Paris
Tes paroles me faisaient fremir.

Souviens, toi, de notre amour
Je me Souviens et toi?
Nos souvenirs sont des fantômes
D’un passé qui ne reviendra
Le temps du reve sans mots
Gravé sur ma peau

Souviens, toi, de notre amour ?
Je me Souviens et toi?

Publicado em 3. MÚSICAS Gravadas | Deixe um comentário